Vídeo das dublagens do noturno no Dia do Talento.

Os alunos do noturno da E. M. Cel. Júlio Borges tiveram inteira liberdade para escolherem as músicas que queriam dublar.

Aconteceram quatro dublagens, todas com músicas internacionais, porque os alunos salientaram que as músicas em inglês ou espanhol (línguas estudadas na escola) era mais visível o bom desempenho de cada um.

Postaremos aqui, os vídeos de duas delas. Uma aluna do nono ano do Ensino Fundamental dublou Katy Perry e uma aluna do terceiro ano do Ensino Médio dublou Pink, com a participação de outro aluno do nono ano.

A dublagem é uma das atividades mais aguardadas pela plateia que participa ativamente, incentivando os apresentadores.

Aqui estão os links dos vídeos publicados no youtube.

http://www.youtube.com/watch?v=xP-CDFnTToU&feature=youtu.be

http://www.youtube.com/watch?v=-L85ZgKYhWo&feature=youtu.be

Enjoy them!

“A escola de que precisamos”

A escola de que precisamos urgentemente, é uma escola
em que realmente se estude e se trabalhe. Quando
criticamos, ao lado de outros educadores, o
intelectualismo de nossa escola, não pretendemos
defender posição para a escola em que se diluíssem
disciplinas de estudo e uma disciplina de estudar. Talvez
nunca tenhamos tido em nossa história necessidade tão
grande de ensinar, de estudar, de aprender mais do que
hoje. De aprender a ler, a escrever, a contar. De estudar
história, geografia. De compreender a situação ou as
situações do país. O intelectualismo combatido é
precisamente esse palavreado oco, vazio, sonoro, sem
relação com a realidade circundante, em que nascemos,
crescemos e de que ainda hoje, em grande parte, nos
nutrimos. Temos de nos resguardar deste tipo de
intelectualismo como também de uma oposição
chamada anti-tradicionalista que reduz o trabalho
escolar a meras experiências disso ou daquilo, e a que
falta o exercício duro, pesado, do estudo sério, honesto,
de que resulta uma disciplina intelectual (FREIRE,
Paulo. Pedagogia da Esperança: Um Reencontro com a
Pedagogia do Oprimido. 4. ed. Rio de Janeiro: Pais e
Terra, 1997. p.114)